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Profissionais do transporte público coletivo buscam alternativas para manutenção da concorrência

Publicado em Domingo, 05 de Novembro de 2017, 21h00 | Voltar à página anterior

Após a sessão ordinária desta terça-feira (31), os vereadores Horácio Martins, Marcelo Parcerinho, José Pavão, Ivanaldo Braz, Zacarias Marques e Joelma Leite receberam na sala de reunião da presidência representantes das cooperativas de transporte público de Parauapebas Coopisind, Cootran, Cooptalp, Cootravip, Sinditaxi e Coopalmas.

 

 

Os profissionais do transporte coletivo buscam no Legislativo auxílio para atualizar o fornecimento de serviço à comunidade e criar uma concorrência com o serviço prestado pelo Uber, em que a população solicita o transporte via aplicativo e visualiza antecipadamente o valor a ser pago pelo trajeto a ser percorrido.

 

Com relação à nova modalidade de transporte, o vereador Braz explicou que caso a lei que estabelece o Uber seja aprovada, em âmbito federal, o Legislativo municipal não pode editar lei que inviabilize o fornecimento do serviço. Será necessário, portanto, uma adequação.

 

Durante a reunião, o vereador Zacarias explicou que é preciso a readequação no transporte, inclusive devido à crise. “A questão do valor precisa ser repensada em conjunto com a segurança e a legalidade do transporte público”.

 

A vereadora Joelma Leite sugeriu a criação de uma comissão para implantar as modificações necessárias, bem como fiscalizar o fornecimento dos serviços. “Essa comissão acompanharia de perto a viabilidade dos serviços e poderia ser composta por taxistas, mototaxistas, servidores do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte de Parauapebas [DMTT] e vereadores”, propôs a parlamentar. Joelma ainda ressaltou que da mesma forma que o Uber se popularizou, um aplicativo para os taxistas também seria utilizado pela comunidade.

 

Os taxistas alegaram que o valor da corrida de táxi é mais alto que do Uber, justamente por causa dos impostos necessários para o exercício da atividade. Sendo que apenas a implementação do aplicativo não minimizaria o custo da quilometragem para população, pois esta só ocorreria com a desoneração fiscal. Apresentaram como uma possível solução para a manutenção do mercado a redução de impostos.

 

Os profissionais que atuam na prestação de serviços de transporte coletivo voltarão a se reunir com representantes do Legislativo, Executivo e do Ministério Público para alcançar a melhor alternativa para a subsistência da diversidade de transportes no município.

 

Texto: Josiane Quintino / Revisão: Waldir Silva (AscomLeg)

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